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Na praia, em palco, ao jantar, sentados. Os “estúpidos” estiveram por todo o lado e quando menos esperávamos, lá estavam eles, a olhar para nós.

Estas maravilhosas “criaturas” que o Panda do Transe nos trouxe foram os bonecos de pano dos nosso festivaleiros, os colegas de fotografia, a almofada de descanço e os companheiros e testemunhas do que se viveu no FUSING 2014.

São mais do que as mães e reuniram-se nas areias da nossa praia para uma aula de surf e bodyboard. Depois da abertura das portas, o recinto do Fusing aqueceu com as partidas, largadas e fugidas que fizeram as delícias dos mais pequenos. Os primeiros corajosos enfrentaram a água à procura da onda perfeita.

Ainda na nossa Surf Village, a “tratar” das pranchas de surf e dos kayaks estão Gemeniano Cruz e Capitão Neto: dois artistas que começaram a pincelar as pranchas para impressionar os amantes destes desportos.

Há quem a ache agressiva. Há quem a ache doce. E Capicua é tudo isto. Tal como o Fusing, Capicua também é fusão, é a Sereia Louca que pisa o Palco Fusing e pede braços no ar. Em concerto, presenteia-nos com um rap explícito, “de mão pesada”, num género que surge “de cara lavada”.

Power e barulho são os ingredientes secretos desta senhora do hip hop: uma tripeira de gema que desde pequena deambula pelo mundo dos writers e do graffiti.

No Fusing, Capicua nunca perdeu o fôlego. E o público? O público agradeceu.

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